terça-feira, 14 de junho de 2016

Zootopia

critica zootopia
Imagem: divulgação
A mais nova animação de Byron Howard e Rich Moore carrega mensagens maravilhosas contra preconceito, cujos significados têm muito a acrescentar no âmbito social, e que, infelizmente, ainda nem sequer são compreendidos por muitos adultos, o que nos faz questionar se toda animação tem endereçamento único e exclusivo para crianças.

Eu já devo ter comentando sobre a minha falta de interesse por qualquer filme que não seja um drama porque eu carrego isso dentro de mim, no entanto não me limito a assistir a outros gêneros e até admito que é uma ótima atividade para fugir da bad causada pela falta de esperança na humanidade porque, para ser bem honesto, essas novas animações, por exemplo, estão surpreendentes em muitos aspectos.

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Judy Hopps sonha em ser aquilo que nenhum da sua espécie conseguiu ser: uma policial. Como coelha, ela enfrenta diversos obstáculos, pelos quais ela se vê refém do discurso da incapacidade por ser fofinha, por ser menor, por não apresentar nenhuma característica intimidadora, e por conseguinte ela é encaminhada ao cargo de guarda de transito.

Insatisfeita, em troca do seu sonho, ela se propõe o desafio de descobrir e solucionar o motivo pelo qual animais de Zootopia estavam desaparecendo e tomando forma mais agressiva, causando o terror de toda cidade. Para isso, ela conta com ajuda da raposa Nick Wilde, a qual carrega o estereótipo de trapaceira por natureza que vem a ser quebrado durante o filme.

Esteticamente o filme também é muito belo. Cheio de cores quentes e efeitos visuais cativantes. Mais um ponto que não deixou a desejar: trabalhou pontos éticos sem esquecer o lado lúdico.

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