segunda-feira, 20 de junho de 2016

Crítica: Procurando Dory

critica procurando dory
Imagem: reprodução
Dando continuidade ao primeiro filme, Procurando Dory acontece um ano após o ocorrido em Procurando Nemo. Desta vez, Dory, a pequena cirurgião-patela com amnésia, passa a se lembrar de quem ela era antes de ter esbarrado em Marlin, pouco depois do "sequestro" de Nemo. 

Depois do Alice Através do Espelho, desejei não assistir a mais nenhum filme que apostasse na temática família por conta do excesso que ela foi trabalhada. O filme usou e, de fato, abusou do tema, mas em Procurando Dory, mesmo que esse seja o tema principal do filme, todo o percurso até o objeto final nos entretém tão bem que "fazemos a Dory" e esquecemos dele por alguns instantes.

No que tange a parte estética, todo o filme parece ter sido produzido com base no primeiro, sem acrescentar nada de novo, exceto pelos constantes flashbacks que a protagonista tem, o que é algo muito útil, pois graças a eles, temos uma noção de presente e passado sem nos perder nas memórias falhas de infância, e que devagar preenche várias lacunas. 

Além das personagens que já conhecemos como Nemo, Marlin, o filme também conta com novos personagens, tais como o polvo Hank que ajuda a Dory encontrar seus pais, literalmente, em solo californiano, a baleia Destiny que ensinou a Dory a falar baleiês e a baleia Bailey que conta uma uma espécie de superpoder-detector-de-movimentos. 

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