quarta-feira, 25 de maio de 2016

Mogli: O Menino Lobo (2016)

Mogli (2016)
Imagem: divulgação
Não estava nos meus planos assistir ao novo longa do Jon Favreau, mas essa vida de ter primos pequenos exige muito da minha pessoa, sabe? Para minha surpresa - porque, hoje em dia, eu não sou muito chegado em um filme infantil -, ele é realmente muito bom. 

Não sei por que, mas Mogli não faz parte do repertório de filmes que marcaram a minha infância. Na verdade, eu raramente ouvia falar sobre ele e só depois de grande que eu fui conhecê-lo melhor. E não entenda isso como aversão aos filmes da Disney, afinal, como poderia eu raramente ouvir falar dele mesmo ele sendo um sucesso e eu um viciado em animações da Disney? Tem algo muito estranho nisso aí.

Leia também:

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*Crítica: Kung Fu Panda 3


Após ser resgatado pela pantera Bagheera, o órfão Mogli vive como e com lobos em uma selva indiana, na qual regras foram estabelecidas para o bem de todos. Para ser sincero, Mogli já estava dando trabalho, quebrando as regras porque lhe impuseram um papel que não lhe cabia: o de um lobo. E depois de chamar atenção do tigre Shere Khan, que acreditava que Mogli estava predestinado a exercer seu papel de predador-topo-da-cadeia-alimentar, o garoto precisou fugir assim que a alcateia foi ameaçada.

O filme tem duração de duas horas muito bem aproveitadas. Podemos notar sua partes - introdução, desenvolvimento e conclusão  - trabalhadas da melhor maneira possível, sem nenhuma falha notável ou lacuna no enredo.

Exceto pelo Neel Sethi, que interpreta o menino lobo. o filme é praticamente todo feito a base de animações, que, convenhamos, são de tirar o fôlego. Se eu mostrei entusiamos no com a qualidade das animações de Kung Fu Panda, pegue toda aquele deslumbre, triplique e talvez você tenha noção do quão bom Mogli: O Menino Lobo está.

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