sábado, 30 de abril de 2016

Crítica: Game of Thrones

Game Of Thrones Season 6




Colunista convidado: Gleydson Fernandes
Acessem: Beesines


Depois de um longo ano de espera, finalmente foi ao ar neste domingo (24) o primeiro episódio da sexta temporada de Game of Thrones. Pois é, eu também já não aguentava mais e, sinceramente, não sabia pelo quê esperar. Perguntas do tipo: “Será que aquele personagem está mesmo morto?”, “Quem será que vai morrer já no primeiro episódio?” e “É nessa temporada que todo mundo morre, não é?” não saíram da minha mente por todo esse tempo.

Para quem ainda não o assistiu, fique sabendo que a série continua proporcionando o mais elevado nível de emoção, e para quem não a acompanhou, espero que se empolgue com o escrevi aqui. Prometo ser breve e me esforçar para não dar spoilers.

Vista por muitos como uma série totalmente apelativa e que tenta prender o público com cenas de sexo e muito sangue, devo dizer que realmente isso faz parte, mas por motivos muitas vezes incompreendidos. Como um grande admirador da fantasia, difícilmente vejo algo tão bem construído. Não cheguei a ler os livros de George R. R. Martin – muitos spoilers em um lugar só  –, mas a série nos mostra claramente que o autor tenta nos passar o que há de mais selvagem no ser humano, tenta nos mostrar o seu melhor e pior lado, ao contrário das clássicas aventuras cheias de heróis e paixões intocáveis que vemos por aí – não as desmereço, eu as amo, mas é bom ter opções.
Game Of Thrones Season 6
Para ser sincero, conheço muitas pessoas que começaram a assistir a GoT por tal propaganda “apelativa”, mas que logo compreenderam que Westeros tem muito mais a oferecer.

Logo de início, o autor nos induz a sentir empatia pela casa Stark, liderada por Eddard Stark,  Ned para os mais íntimos – ou simplesmente Sean Bean, o spoiler ambulante –, mas logo após nos faz querer não ter gostado tanto assim destes personagens, já que em cada episódio nos deixa com o coração nas mãos pelos acontecimentos.

Mas não para por aí. Um jogo político baseado na força, que se inicia logo no primeiro episódio, vai dando origem a uma incrível sucessão de mortes, o que é sempre uma boa brecha para a introdução de novos personagens, deixando a obra ainda mais empolgante.



Se deseja começar a assistir, e espero que sim, a melhor dica que posso te dar é: não se apegue a ninguém, ninguém mesmo. Nenhuma criatura!, pois o simples intervalo entre um episódio e outro é o suficiente para você deixar de gostar e passar a odiá-la, e vice-versa. Isso se ela não morrer.

As imagens e o texto presentes nessa postagem pertencem a terceiros -  HBO e Gleydson Fernandes respectivamente. 
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