terça-feira, 18 de agosto de 2015

Laços de Família

Filme Laços de Família
foto: divulgação


Começamos do zero e para ele voltamos. O filme se resume em uma lenta e difícil reaproximação entre mãe e filho para chegar, conotativamente falando, ao marco inicial; o que causou todo esse auê. É um pouco confuso, confesso, mas tentei ver o lado positivo dele, mesmo que para isso tive que o reassistir.

Laços de Família já começa com cenas fortes e, ao longo dele, algumas memórias da guerra perseguem Maggie Swann (Michelle Monghan) até que, quase no fim, tudo faça sentido, quando ela decide contar para seu peguete que nós todos fomos trouxas achando que ela ia ficar com o filho. Pronto!
Filme Laços de Família
foto: laços de família

Maggie é uma médica americana que, ao regressar da guerra no Afeganistão, deve enfrentar o desafio de reconstruir sua vida ao lado de Paul (Oakes Fegley) de 5 anos de idade, o qual já não tinha tantas memória sobre quem seria e como seria sua mãe.

Entendi a intenção do filme e, acho que, não estou decepcionado pelo trama, mas pela maneira de como as coisas são. Por mais incrédulo que uma pessoa possa ser, o que é contado é mais comum do que se imagina.

Os efeitos de áudio são usados da melhor maneira possível, causando ora suspense, ora emoção. Isso sem contar com a trilha sonora que super se encaixou com o cenário do Texas, onde está localizado o Fort Bliss, onde se passa o filme.

Os atores são impecáveis, dando destaque a Michelle Monghan. Em alguns instantes, sua encenação foi tão bem feita que a frieza de um sargento pós-guerra pode ser vista através dos seus olhos e todos os traços femininos da atriz se vão quando está dentro do uniforme camuflado ou quando a personagem age por impulso em diversos casos em que ela perde a cabeça.

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